XXV Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia de Produção

Livro

RELATOS DE EXPERIÊNCIA EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2020

O XXV ENCEP entra para a história da ABEPRO por ser nosso primeiro evento virtual, sem dúvida um marco para a comunidade de Engenharia de Produção.

Atualmente as novas Diretrizes dos Cursos de Engenharia impõem novos desafios: “o desenvolvimento de competências”. A troca de experiências é essencial, pois conhecer outras práticas vai além de aprender, existem oportunidades de adaptação e expansão para outras disciplinas e cursos de engenharia de produção.

Estas práticas são efetivos esforços consolidados de educação em engenharia de produção, sendo sua socialização oportunizada neste espaço do ENCEP, onde a autoridade é o docente. Além de valorizar os autores, a comunidade passa a conhecer, aperfeiçoar e replicar estas práticas.

A segunda edição do livro de Relatos de Experiências em Engenharia de Produção se consolida como um legado desta Diretoria para a comunidade de Engenharia de Produção.

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Autores
Hugo Martinelli Watanuki (Escola Politécnica da USP)
hwatanuki@usp.br

Renato de Oliveira Moraes (Escola Politécnica da USP)
remo@usp.br

Introdução

Este relato descreve a reformulação do processo de elaboração de trabalho de conclusão de curso (TCC) em um curso de especialização em administração industrial. Nos vários cursos de engenharia de produção de diferentes níveis (graduação, lato e stricto sensu) é necessária uma monografia para a conclusão do curso, sem a qual o aluno não consegue o seu diploma e consequente habilitação/certificação profissional. Nos cursos de lato sensu, esta exigência frequentemente assume a forma de uma monografia individual apresentada para uma banca, cujas caraterísticas se assemelham a de uma dissertação de mestrado.

Autores

Larissa Araújo Brachmann (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
brachmannlarissa@gmail.com

Paula Roesler Cordeiro (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
pr.cord@gmail.com

Maria Auxiliadora Cannarozzo Tinoco (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
macannarozzo@gmail.com

Carla Schwengber ten Caten (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
carlacaten@gmail.com

Introdução

A prática pedagógica mais tradicional é o aprendizado baseado em aulas expositivas. Entretanto, segundo o estudo feito por Deslauriers, Schelew e Wieman (2011) o ensino baseado em aulas expositivas não produz os melhores resultados em termos de ganhos de aprendizado, competências do século XXI e sucesso estudantil. Em função disso, entende-se que exista uma necessidade em inovar nas práticas pedagógicas, visando otimizar o aprendizado dos alunos. A inovação do ensino também se mostra importante para que o aprendizado atenda as demandas atuais dos mercados (IMPERIAL COLLEGE LONDON, 2017). Dado esse panorama atual, é essencial que os cursos de ensino superior incorporem metodologias pedagógicas que sejam mais ativas do ponto de vista do aluno, proporcionando o desenvolvimento das competências que os estudantes irão necessitar dentro do mercado de trabalho.

Autores
Ciro José Jardim de Figueiredo (Universidade Federal Rural do Semiárido)
ciro.figueiredo@ufersa.edu.br

Natália Veloso Caldas de Vasconcelos (Universidade Federal Rural do Semiárido)
natalia.vasconcelos@ufersa.edu.br

Marianna Cruz Campos Pontarolo  (Universidade Federal Rural do Semiárido)
marianna.campos@ufersa.edu.br

Introdução

Caracterizando o contexto no qual o curso está inserido em termos de localização e também evolução do curso ao longo do tempo, a gestão do curso, composta pela equipe de coordenação e também do núcleo docente estruturante (NDE) colaboraram semestralmente para proporcionar um momento de acolhida aos novos alunos do curso com o objetivo de aproximar discentes e docentes, apresentar o curso em todas as suas nuances, esclarecer dúvidas e também motivá-los a superarem os desafios futuros no curso e no mercado de trabalho. Esse momento de acolhida foi nomeado como aula inaugural.

Autores

Moacyr A. D. Figueiredo (Universidade Federal Fluminense)
moacyrfigueiredo@id.uff.br

Aníbal Alberto Vilcapoma (Universidade Federal Fluminense)
Ignácio anibalvilcapoma@gmail.com

Carmen Lucia Campos Guizze (Universidade Federal Fluminense)
carmenguizze@gmail.com

Fabio Ribeiro Cerqueira (Universidade Federal Fluminense)
frcerqueira@gmail.com

Ana Carolina Scanavachi Moreira Campos (Universidade Federal Fluminense)
anasmcampos@gmail.com

Ercilia de Stefano (Universidade Federal Fluminense)
ercilia.stefano@gmail.com

Volker Franco Steier (Universidade Federal Fluminense)
vfs@unb.br

Livia Cavalcanti Figueiredo (Universidade Federal Fluminense)
liviacavalcanti12@gmail.com

Introdução

O curso de engenharia de produção da UFF em Petrópolis iniciou suas atividades em novembro de 2015, com carga horária total de 3660 h, distribuídas proporcionalmente em dez semestres em turno integral e oferecendo 50 vagas semestrais.

O currículo do curso utiliza a concepção metodológica da Aprendizagem Baseada em Projetos (Project Based Learning – PBL) e foi estruturado de forma a privilegiar a atividade de projeto.

Este relato tem como objetivo apresentar os resultados do primeiro ciclo de aplicação da abordagem PBL no curso de Engenharia de Produção da UFF em Petrópolis.

Autor Neil Paiva Tizzo (PUC Minas campus Poços de Caldas) neil@pucpcaldas.br

Introdução

As escolas, de uma maneira geral, constituem um dos setores mais atrasados da nossa sociedade. Imagine um cidadão do início do século passado que entrou em uma máquina do tempo e veio nos visitar. Provavelmente ele iria estranhar tudo: a forma como nos alimentamos, locomovemos, interagimos, comunicamos, divertimos, etc. Ele iria se sentir completamente deslocado, exceto em um local: ao entrar em uma sala de aula, provavelmente, diria “até que enfim um local que reconheço”.

Autores

Fabiano Leal (Universidade Federal de Itajubá)
fleal@unifei.edu.br

Milena Silva de Oliveira (Universidade Federal de Itajubá)
mile_4689@hotmail.com

Introdução

A necessidade de alterar a forma clássica de ensino utilizada em universidades pode ser justificada por vários motivos, desde a mudança de perfil do novo aluno, habituado a uma rotina com acesso a múltiplas fontes de informação, até a exigência de uma re-estruturação descrita nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Engenharia. Neste contexto, um dos elementos necessários é o uso de metodologias ativas de ensino. A Gamificação e a Aprendizagem Baseada em Projetos fazem parte deste grupo de metodologias.

Autor Cleiton Rodrigues de Vasconcelos (Universidade Federal de Sergipe) cleitongv@yahoo.com.br

Introdução

Portanto, este trabalho tem o objetivo de apresentar as ações desenvolvidas pelo “Projeto Empreender Gamification” desenvolvidas como Ação de Extensão do Curso de Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Sergipe no ano de 2018. O Projeto teve como objetivo a utilização da técnica gamification para a transmissão de conceitos da filosofia lean para alunos de uma escola estadual do ensino fundamental II, no intuito de capacitá-los em atividades que envolvessem o planejamento, organização, padronização, entre outros aspectos para sua atuação no mercado de trabalho.

Autores

Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP)
musetti@sc.usp.br

Daniele Carolina Lopes (EESC-USP)
danielecalopes@hotmail.com

Daniel Capaldo Amaral (EESC-USP)
amaral@sc.usp.br

Ana Carolina Bertassini (EESC-USP)
anabertassini@usp.br

Mateus Cecílio Gerolamo (EESC-USP)
gerolamo@sc.usp.br

Introdução

O objetivo deste relato é partilhar a experiência acumulada ao longo de quatro anos de oferecimento do Projeto Integrado de Melhoria do curso de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP), embasado em metodologias ativas (mais precisamente, o PjBL) aos estudantes do sétimo período.

Autor

Elzo Alves Aranha (Universidade Federal de Itajubá)
eaaranha@unifei.edu.br

Introdução

A partir do problema delineado, o presente relato de experiência visa analisar a ferramenta integrada que adota os princípios da educação empreendedora, aprendizagem ativa e taxonomia de Bloom, à luz de novos dados empíricos coletados em 2019 obtidos em sala de aula.

Autores

Eduardo Ferro dos Santos (EEL/USP)
eduardo.ferro@usp.br

Herlandi de Souza Andrade (EEL/USP)
herlandi@usp.br

Marco Antônio Carvalho Pereira (EEL/USP)
marcopereira@usp.br

Maria Auxiliadora Motta Barreto (EEL/USP)
maribarreto@usp.br

Humberto Felipe da Silva (EEL/USP)
humberto.felipe@usp.br

Messias Borges Silva (EEL/USP)
messias.silva@usp.br

Introdução

Na prática do ensino, o simples ato de transmitir conceitos e teorias já não é mais o suficiente. Percebe-se que é importante e cada vez mais necessário capacitar os alunos para que possam gerenciar seu próprio conhecimento, adquirindo habilidades de pesquisa, de resolução de problemas, de projetos, de trabalho em grupo, de análise, de síntese e de comunicação.

Autores

Henrique Retamozo Otero (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
henrique@producao.ufrgs.br

Maria Auxiliadora Cannarozzo Tinoco (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
macannarozzo@gmail.com

Camila Costa Dutra (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
camila@producao.ufrgs.br

Carla Schwengber ten Caten (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
carlacaten@gmail.com

Introdução

A necessidade de modelos didáticos vinculados com a área prática faz com que a utilização de laboratórios, no processo de aprendizagem dos alunos seja de suma importância, principalmente durante o período de graduação, nas disciplinas básicas e nas específicas da Engenharia de Produção (ABEPRO, 2008). A necessidade de aprimoramento profissional, nas áreas da Engenharia, faz com que o aluno necessite não somente de conhecimento teórico, mas também prático (BREMENKAMP, MENEZES, 2011).

Autores

André de Mendonça Santos (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
andre.mendonca@ufrb.edu.br

Carolina Izabella A. Ribeiro Andrade (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
carolina.andrade@ufrb.edu.br

Eron Passos Andrade (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
eronpassos@ufrb.edu.br

Cristiane Agra Pimentel (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
cristianepimentel@ufrb.edu.br

Paulo José Lima Juiz (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
limajuiz@ufrb.edu.br

Introdução

O empreendedorismo é hoje um fenômeno global, com alto potencial de crescimento e transformação, de maneira que está presente em praticamente todos segmentos de mercado. Segundo Dornelas (2005), o empreendedorismo envolve pessoas e processos na busca por ideias e oportunidades, introduzindo novos produtos e serviços, seja pela criação de novas formas de se pensar uma organização ou pela exploração de novos recursos e materiais.

Autores

Fabio Neves Puglieri (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
puglieri@utfpr.edu.br

Cassiano Moro Piekarski (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
piekarski@utfpr.edu.br

Introdução

Atualmente, um grande desafio no ensino superior está em inserir aspectos relacionados à sustentabilidade nos currículos de engenharia. A importância desta temática está relacionada principalmente às competências esperadas pelo engenheiro moderno, em considerar, no seu processo de tomada de decisão, não somente a questão econômica, mas também questões sociais e ambientais. Neste contexto, as universidades possuem o importante papel de fomentar a discussão do desenvolvimento sustentável no ensino de graduação e, em especial, desenvolver conhecimentos e habilidades necessárias nos alunos de modo que eles possam em um futuro breve modificar seu ambiente de trabalho e em maior instância, a sociedade (FERRER-BALAS et al., 2008).

Autores

Cristiane Agra Pimentel (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
cristianepimentel@ufrb.edu.br

Carolina Izabella A. Ribeiro Andrade (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
carolina.andrade@ufrb.edu.br

Eron Passos Andrade (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
eronpassos@ufrb.edu.br

André de Mendonça Santos (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
andre.mendonca@ufrb.edu.br

Introdução

O Ministério da Educação (MEC) publicou, em abril de 2019, novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em Engenharia. Segundo o parecer da comissão do Conselho Nacional de Educação (CNE), a revisão do texto busca atender as demandas futuras por mais e melhores engenheiros, os quais precisarão ter um perfil voltado à visão holística, atuação inovadora e empreendedora, capaz de resolver problemas, atuação multidisciplinar, além de considerar aspectos globais como econômicos, sociais, ambientais, de segurança e saúde e no trabalho (MEC, 2019).
Perera & Hewege (2016) apresentam que a matriz curricular de formação deve ser dinâmica e flexível, gerando assim a integração entre conhecimentos teóricos e práticos, com uma ênfase multidisciplinar. Os autores destacam ainda que o discente deve ser motivado ao aprendizado autônomo e permanente. Países desenvolvidos, a seguir, formam profissionais mais práticos e especializados, com uma visão mais ampla e inovadora do mercado de trabalho.

Autores

Fabio Neves Puglieri (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
puglieri@utfpr.edu.br

Rui Tadashi Yoshino (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
ruiyoshino@utfpr.edu.br

Fernanda Tavares Treinta (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
fernandatreinta@utfpr.edu.br

Joseane Pontes (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)
joseane@utfpr.edu.br

Introdução

Um projeto, na definição de Gido e Clements (2011), é um esforço necessário para alcançar um objetivo específico, requerendo assim um conjunto único de tarefas inter-relacionadas e o uso eficaz de recursos escassos, como dinheiro, tempo e pessoas. A partir dessa definição, é possível afirmar que projetos cercam muitas das atividades do homem e das empresas, desde a organização de um evento, ao desenvolvimento de um produto novo, a abertura de um empreendimento, uma obra civil e uma consultoria.
Em razão dos projetos contarem com recursos limitados, torna-se importante fazer seu gerenciamento. De acordo com Carvalho e Rabechini Jr. (2011), gerenciar um projeto significa aplicar conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades de projeto, a fim de atender aos seus requisitos, como escopo, prazos, custos e qualidade.

Autores
Bárbara Liris de Souza Freire (Universidade Federal de Itajubá)
barbaralirissouza@gmail.com

Diego Santos de Almeida (Universidade Federal de Itajubá)
diegosantoss@unifei.edu.br

Igor Valesin (Universidade Federal de Itajubá)
igorvalesin@gmail.com

Leonardo Duarte de Cístolo (Universidade Federal de Itajubá)
leonardo.cistolo@gmail.com

Lourival Jorge Mendes Neto (Universidade Federal de Itajubá)
lourival.mendes@unifei.edu.br

Carlos Henrique Pereira Mello (Universidade Federal de Itajubá)
carlos.mello@unifei.edu.br

Introdução

A educação como um processo está em constante integração e interação com os sujeitos e seu meio social, político-cultural. Portanto, a educação deve estar atenta à realidade e é fundamental que a mesma se modifique. Não é concebível entender a educação como um fenômeno estático e acabado (MENESTRINA e BAZZO, 2004).
O ensino em engenharia tem procurado se aprimorar e apresentar novas metodologias que procuram atender às necessidades que o mercado de trabalho em buscar profissionais com capacidade para desempenhar atividades interdisciplinares por estarem em conexão com diferentes setores de desenvolvimento. Tal cenário configura um mercado que cada vez mais exige dos profissionais qualificações e habilidades necessárias para desempenhar atividades e nele se desenvolver. Essa nova conduta do mercado traz consigo reflexos para o processo de formação do profissional de engenharia, que cada vez mais é solicitado a atualizar-se e apresentar-se aberto à incorporação de inovações técnicas e científicas (SILVA e CECÍLIO, 2007).

Autor

Ernée Kozyreff Filho (Universidade Estadual Paulista)
ernee.kozyreff@unesp.br

Introdução

O uso de vídeos para instrução, comunicação e entretenimento tem se tornado cada vez mais frequente em todo o mundo. Plataformas como o Youtube disponibilizam gratuitamente novos vídeos todos os dias em diversas categorias, dentre as quais se destaca a de vídeos educacionais.
As videoaulas são indispensáveis para o Ensino a Distância, mas também podem ser de grande valia para cursos presenciais, por exemplo na aplicação da chamada sala de aula invertida, uma metodologia de aprendizagem ativa em que os alunos devem estudar o conteúdo em casa antes de ir para a sala de aula, onde irão realizar exercícios com o auxílio do professor (VALENTE, 2014). Essa disposição inverte, portanto, os locais do sistema tradicional, no qual o conteúdo é passado na sala de aula e o aluno faz exercícios de fixação em casa (ou em outro ambiente, como a biblioteca da instituição de ensino).

Autores

Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP)
musetti@sc.usp.br

Ana Carolina Bertassini (EESC-USP)
anabertassini@usp.br

Dánika Andrea Ospina Castillo (EESC-USP)
dnkcastillo@usp.br

Luana Coelho de Morais (EESC-USP)
luanacoelho@usp.br

Daniele Carolina Lopes (EESC-USP)
danielecalopes@hotmail.com

Daniel Capaldo Amaral (EESC-USP)
amaral@sc.usp.br

Mateus Cecílio Gerolamo (EESC-USP)
gerolamo@sc.usp.br

Introdução

O curso de Engenharia de Produção da EESC/USP adota a aprendizagem baseada em projetos – Project Based Learning (PBL) desde 2014, conforme o Projeto Pedagógico do Curso Integrado (UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 2017). A disciplina, denominada Projeto Integrado de Melhoria (PI), é ofertada no primeiro semestre de cada ano de forma presencial desde 2017. O semestre de PI é realizado em ciclos que são compostos por etapas de preparação e compreensão do problema; desenvolvimento, execução e acompanhamento, e apresentação dos resultados alcançados. Cada ciclo termina com um processo de avaliação dos estudantes e do próprio projeto de melhoria (os denominados Gates) que são avaliados em relação à definição do problema e escopo (Gate 1); diagnóstico da situação atual (Gate 2) e proposição da situação futura (Gate 3). O Quadro 1 apresenta todas as atividades e processos desenvolvidos durante um semestre de PI, que combina meios físicos e digitais para a realização das atividades.

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XXV Encontro Nacional de Coordenadores de Curso de Engenharia de Produção (ENCEP 2020)
Plataforma ONLINE de 29 e 30 de junho de 2020. encep@abepro.org.br

By ABEPRO / encep@abepro.org.br